PS CORAÇÃO DE JESUS

Julho 01 2009
 

O executivo camarário liderado por António Costa viu o novo conceito de mobilidade aprovado em reunião pública.

 

Alvo de criticas, o plano da edilidade lisboeta sofreu um ataque feroz do Presidente do Automóvel Clube de Portugal, Carlos Barbosa, que considera que a implementação do plano anunciado terá "consequências muito gravosas", sobrecarregando as áreas envolventes à Baixa Lisboeta.

 

São estas as conclusões de um estudo encomendado pelo ACP ao Professor de Urbanismo e Transportes do Instituto Superior Técnico Fernando Nunes da Silva, e é com base neste estudo que Carlos Barbosa anunciou a intenção de interpor uma providência Cautelar junto dos tribunais para impedir a concretização do plano de mobilidade para a Baixa.

 

O estudo que foi divulgado no mês de Janeiro, concluia que a concretização do plano anunciado pela Câmara Municipal de Lisboa, "iria ter consequências muito gravosas, tanto no que se refere à circulação na Baixa/Chiado, como na própria Avenida Infante D. Henrique e Avenida da Ribeira das Naus, onde os congestionamentos de tráfego entre Santa Apolónia e o Cais do Sodré passaria a ser uma constante".

 

Concluia o estudo que as alterações propostas pela edilidade socialista introduziriam "fortes impactes negativos nos acesos às colinas adjacentes à Baixa, com particular realce para a zona do Chiado e para a Zona servida pela Ruada Madalena (Castelo de S. Jorge/Graça)".

 

Opinião que, estudos posteriores ao tráfego vieram desmentir totalmente. Os "velhos do Restelo", avessos a qualquer inovação e transformação, optando por preferir ficar como se está, mais uma vez não têm razão.

 

António Costa teve a oportunidade de anunciar hoje na reunião pública da Câmara Municipal de Lisboa que a monitorização levada a cabo pelos serviços de tráfego da autarquia ao condiucionamento do tráfego na Baixa desmentem cabalmente as conclusões anunciadas em Janeiro.

 

"Os dados monitorizados em quatro meses desmentem as conclusões do estudo do ACP", garantia António Costa.

 

O arquitecto Manuel Salgado, vereador do urbanismo, secundou o presidente da edilidade, defendendo o benefício de terminar com o "tráfego de atravessamento da Baixa". Esse é o conceito que está na base do estudo prévio para a requalificação do Terreiro do Paço, elaborado pelo arquitecto Bruno Soares.

 

"Pela primeira vez, a engenharia de tráfego está subjugada ao interesse do peão. Temos que partir opara o resto da cidade com esta atitude", afirmou Manuel Salgado.

 

António Costa e a sua equipe continua o seu trabalho de reforma da cidade para a colocar no lugar que merece no seio das capitais europeias. Com a eleição no próximo sufrágio universal, o próximo período de quatro anos será certamente aquele que marcará a diferença entre o passado e o futuro de uma cidade que se quer moderna, espaçosa e digna de ombrear com as principais capitais europeias.

publicado por pscoracaodejesus09 às 20:07

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