PS CORAÇÃO DE JESUS

Agosto 28 2009

O Primeiro-Ministro, José Sócrates, não irá ser constituido arguido no mediático processo "Freeport".

 

O matutino lisboeta "Diário de Notícias" revela na sua edição desta sexta-feira, citando fonte do Departamento Central de Investigação e Acção Penal, que até ao momento presente, passados que estão quase cinco anos sobre o início das investigaçõees, não existirem indícios de que o líder socialista tenha recebido “luvas” por ter aprovado, em 2002, o outlet de Alcochete, quando era ministro do Ambiente no Governo de António Guterres.
 

De acordo com aquele jornal, a investigação ao caso encontra-se quase concluída faltando nesta altura apenas os dados pedidos às autoridades inglesas.

 

O despacho de acusação deve centrar-se no actual grupo de arguidos. A não constituição como Arguido de José Sócrates quer dizer que o Ministério Público através da investigação da polícia criminal (PJ) não encontrou qualquer indício com base de sustenção de suspeita sobre os alegados factos de que os denunciantes queriam indiciar o primeiro-ministro.
 

Recorde-se que foi Zeferino Boal, militante do CDS/PP e candidato à presidência da Câmara de Alcochete nas últimas eleições autárquicas,o autor da denúncia anónima que originou a investigação da Polícia Judiciária (PJ) em volta do caso Freeport, em 2004.

 

De acordo com notícias vinhdas a público na comunicação social foi Zeferino Boal que combinou com o inspector da PJ o envio da denúncia para aquela polícia de investigação criminal.

 

"Em Janeiro de 2005, Armando Carneiro, presidente da administração da Euronoticias, proprietária da revista Tempo, junta na sua casa de Aroeira o inspector Torrão, o antigo chefe de gabinete de Santana Lopes Miguel Almeida, o advogado José Dias, que trabalhou no escritório de Rui Gomes da Silva, ex-ministro adjunto e ministro dos Assuntos Parlamentares do Governo de Santana Lopes, e o jornalista Vítor Norinha. Segundo Torrão, todos eram seus informadores. Realizou-se, depois, outra reunião com a inspectora Carla Gomes, titular do processo", afirmava-se no Diário de Notícias do dia 25 de Abril de 2007.

 

José Sócrates que sempre afirmou ter sido o processo de licenciamento do "Outlet" de Alcochete feito dentro do mais estrito respeito pela lei e de a sua intervenção ter sido pautada pelas regras legais, sempre estranhou o processo ter começado em fase de campanha eleitoral, e ter conhecido incremente quatro anos depois novamente em fase de campanha eleitoral.

 

Fica agora demonstrado que a publicitação da incriminação de José Sócrates foi uma suja manobra política que envolveu partidos da oposição. Por estranho que possa parecer para além do social-dem,ocrata presente na atrás mencionada reunião, recorde-se que há bem poucos dias no discurso da Festa do Pontal afirmava como argumento político que Portugal era governado por um "Governo sob suspeita".

 

O PSD igual a si mesmo, não tendo ideias próprias para apresentar aos portugueses que combatam eficazmente as políticas e propostas socialistas - veja-se a apresentação do programa eleitoral em que o PSD se limita a pegar nas ideias contestatárias de grupos de pressão para as transformar em propostas eleitoralistas -  recorre à baixa política das insinuações e acusações demagógicas e não comprovadas.

 

É esta gente que os portugueses querem a governar o país? Enfim. Os portugueses o dirão nas eleições do final do mês de Setembro. Por nossa parte registamos aquilo em que sempre acreditámos, que sempre reivindicámos, e que agora vemos confirmar-se: a inocência do secretário-geral do Partido Socialista e o facto de ter sido alvo de uma enorme e nojenta cabala política.

 

Leia aqui o artigo do Diário de Notícias na íntegra:

 

http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1346569

publicado por pscoracaodejesus09 às 13:41

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