PS CORAÇÃO DE JESUS

Setembro 06 2009

A Assembleia de Freguesia de Coração de Jesus reúne o plenário pela última vez antes das próximas eleições Autárquicas de Outubro no próximo dia 11 de Setembro pelas 21h00 no Hotel Embaixador sito na Avenida Duque de Loulé n.º 73, em Lisboa.

 

Como ordem de trabalhos dois pontos sendo que no primeiro estará em apreço dos eleitos para este Órgão autárquico a informação do Presidente e da situação financeira.. Num segundo ponto será a oportunidade de discutir assuntos do interesse da Freguesia.

 

Tempo de aproveitar a oportunidade para que a população possa por um lado apresentar as suas críticas à gestão autárquica se assim o entender, e por outro, apresentar os seus problemas e as suas ansiedades aos vários representantes políticos aí presentes.

 

Os representantes da Junta de Freguesia sempre presentes como observadores na reunião e os eleitos pelos eleitores da Freguesia nas últimas eleições para a Assembleia de Freguesia certamente escutarão o que os fregueses tiverem de fazer.

 

Comparece! Dá a tua opinião! NãO DEIXES QUE OS OUTROS DECIDAM SEM DARES A TUA OPINIÃO!

publicado por pscoracaodejesus09 às 22:52

Setembro 06 2009

 

O secretário-geral do PS acusou o PSD de comportamento arrogante, ao pretender afirmar-se como detentor absoluto da verdade, e de fazer uma campanha a insultar e a colocar em causa a seriedade dos adversários.

 

José Sócrates falava na sessão de encerramento da convenção nacional do PS, no Coliseu dos Recreios, onde procurou colocar em contraponto os estilos de campanha dos socialistas e dos sociais-democratas.

 

"Estivemos aqui um dia inteiro a falar com abertura das nossas ideias e propostas. Não ouvi ninguém subir a esta tribuna para lançar suspeições, nem para insultar pessoas, ou pôr em causa a seriedade ou o carácter dos nossos adversários", declarou Sócrates no início da sua intervenção.

 

Segundo o secretário-geral socialista, perante este tipo de campanhas, a resposta do PS terá como base "a elevação e o respeito democrático".

 

"Não andamos a tentar desqualificar moralmente os nossos adversários para tentar ganhar votos, nem nos presumimos detentores únicos da verdade, com um 'vê' grande, como se na política a verdade fosse uma graça divina concedida a uns e negada a outros; ou como se alguém pudesse ter em exclusivo a patente registada da verdade", disse.

 

Sócrates referia-se então de forma crítica ao "slogan" de campanha do PSD, "uma política de verdade", ponto da sua intervenção em que se recebeu prolongadas palmas. Neste contexto, o secretário-geral do PS referiu-se a outros políticos no passado "que pretenderam ser a verdade dos povos, mas que acabaram ridicularizados pela História".

 

"Para aqueles que se julgam os únicos detentores da verdade, quero dizer-lhes que o uso e o abuso da verdade como única linha política é o maior sinal de arrogância a que já assisti na vida política portuguesa", declarou.

 

Governo contra corporativismo e pressões dos "baronetes"

 

Jaime Gama, cabeça-de-lista do PS por Lisboa e presidente da Assembleia da República, defendeu a necessidade de um Governo capaz de prosseguir numa senda de reformas contra as pressões do corporativismo e dos "pequenos baronetes".

 

A ideia foi deixada perante a Convenção Nacional socialista, com Gama a assinalar que é esta a questão que está em causa nas Legislativas de dia 27.

 

"Manter uma linha de reformas e de modernização, não abdicar e não claudicar na linha reformista e modernizadora", foi o recado enviado por um Jaime Gama preocupado com a possibilidade de sair do próximo escrutínio um governo fraco.

 

Num discurso que abriu a reunião que marcou o arranque para as eleições, Gama considerou que neste acto eleitoral legislativas estará em causa "saber se há um governo capaz de enfrentar as dificuldades e manter uma linha uma linha reformista com sentido de justiça social, ou se, pelo contrário, a noção de governo, de governabilidade e de direcção do país em termos de interesse público claudica perante o vociferar constante de interesses corporativos".

 

Nesse sentido, o histórico dirigente do PS advertiu as estruturas socialistas que "a orientação básica para a nova etapa" implica "ajustamentos, novas perspectivas e, seguramente, um rejuvenescimento e fortalecimento da equipa governativa".

 

Manter as reformas contra pressão de "pequenos baronetes" Jaime Gama alertou para os interesses corporativos que pretendem "substituir-se ao Governo, pressionando para a existência de menos Governo, menos direcção política e menos lei, porque querem constantemente, através de um processo opaco de negociação permanente, fazer prevalecer os seus pontos de vista de curto termo e de curto alcance".

 

"A grande questão é saber se vamos recuar para um período em que esses pequenos interesses se habituaram a ditar as leis do país, ou se queremos continuar a afirmar o sentido do interesse público e do bem comum", reiterou Gama, deixando uma mensagem de determinação: "É fundamental que a escolha não seja um retrocesso para um pacto com esses baronetes, que se profissionalizaram na vociferação permanentes que não são o interesse nacional".

 

Vitorino rejeita ideia de "asfixia democrática"

 

António Vitorino, que também discursou na primeira parte da convenção dos socialistas, tomou o púlpito para responder às acusações que têm partido da Oposição nas últimas semanas, nomeadamente do PSD, com a sua líder, Manuela Ferreira Leite, a lamentar o episódio da TVI, colando-o à linha de actuação do Governo de José Sócrates.

 

Vitorino aproveitou para rejeitar os ataques ao PS, rejeitando em particular essa acusação de que se vive no país um clima de "asfixia democrática".

 

PCP e BE apenas visam que o PS não governe

 

O candidato socialista à Câmara de Lisboa, António Costa, apelou hoje à mobilização do voto da esquerda no PS nas eleições legislativas, defendendo que essa é a única forma de impedir um governo de direita.

 

Numa das intervenções mais aplaudidas da convenção nacional do PS que decorre hoje em Lisboa, António Costa defendeu a ideia de que, ao contrário do que sucede à direita, onde PSD e CDS-PP estão dispostos a unirem-se, PCP e Bloco de Esquerda recusam-

se a trabalhar com os socialistas e têm como único objectivo impedir que o PS governe.

 

"As condições de governabilidade à direita e à esquerda não são iguais. A direita pode-se dividir em dois partidos, mas nós sabemos que, quer um, quer outro, mesmo que estejam divididos nas urnas, estão dispostos a unirem-se a seguir para governar Portugal (...). Mas à esquerda é muito diferente, porque nós sabemos que quando o voto da esquerda se divide nas eleições não se une a seguir", disse.

 

Escolha para legislatura de 4 anos

 

Outro dos intervenientes foi António Mega Ferreira, que aproveitou para colocar de parte a ideia de que poderemos estar a construir um cenário que contempla novo acto eleitoral a meio da próxima legislatura.

 

Considerando que se trata a 27 de Setembro de um escrutínio válido para quatro anos, o escritor sublinhou ainda que "a escolha desta vez é de uma clareza absoluta, entre duas visões da vida completamente distintas".

 

"Felizmente a personalidade de José Sócrates não se confunde com a de Manuela Ferreira Leite. O projecto da direita é levar-nos para lado nenhum", advertiu Mega Ferreira.

 

Veja aqui a reportagem da RTP1

 

http://tv1.rtp.pt/noticias/?headline=20&visual=9&tm=9&t=PS-reunido-em-convencao-centra-criticas-no-PSD.rtp&article=276754

 

publicado por pscoracaodejesus09 às 21:45

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