PS CORAÇÃO DE JESUS

Setembro 10 2009

Os candidatos socialistas às autarquias de Oeiras e Lisboa, Marcos Perestrello e António Costa, defenderam hoje a ligação por metro ligeiro ao concelho de Oeiras, através da extensão da linha vermelha.

 

"Oeiras é o único concelho confinante com Lisboa que não tem já Metro ou não está inserido no plano de expansão do Metro", disse Marcos Perestrello aos jornalistas, após um encontro com António Costa. Perestrello propõe ligar a linha vermelha do Metro ao concelho de Oeiras, a partir da futura estação do Alto do Restelo, a Carnaxide e Linda-a-Velha.

 

O presidente da autarquia lisboeta, António Costa, que se recandidata ao cargo, considerou a medida "extremamente positiva" para o concelho de Lisboa, nomeadamente pelo impacto que terá no tráfego.

 

"Muitos dos habitantes de Oeiras que hoje têm que se deslocar para Lisboa em viatura, poderão deslocar-se de metro, com menos carros a poluir, menos carros a ocupar espaço", sustentou.

 

Costa recordou que a autarquia lisboeta deu parecer favorável ao plano de expansão do metro, que prevê a extensão da linha vermelha até ao Alto do Restelo, ponto a partir do qual se pode ligar ao concelho de Oeiras.

 

Quanto à viabilidade desta ligação, Marcos Perestrello assegurou ter recebido do Metro a garantia de que se trata de um projecto "perfeitamente viável".

 

"Deve ser um metro ligeiro, porque é indiscutivelmente mais barato. Pode custar até dez vez menos que o metro clássico, embora em casos de zonas densamente povoadas será necessário circular em túnel", argumentou.

 

De acordo com o cabeça-de-lista socialista à Câmara de Oeiras, o projecto deverá contemplar cerca de cinco quilómetros de metro a construir no concelho de Lisboa e outros cinco em Oeiras. O custo médio é de 10 a 12,5 milhões de euros por quilómetro, já contando com a construção de alguns troços em viaduto ou túnel, estimou Perestrello.

 

"Seria importante que a Câmara de Oeiras se dispusesse ela própria a investir nestas infra-estruturas", afirmou, sem querer adiantar mais pormenores. O vogal do conselho de administração do Metro Jorge Jacob, que integra a lista de Marcos Perestrello à Câmara em quinto lugar, apoia a ideia e participou igualmente no encontro.

publicado por pscoracaodejesus09 às 18:14

Setembro 10 2009

A segurança é a primeira condição da liberdade. O espaço público deve ser um espaço seguro, bem iluminado e com vigilância adequada. Uma cidade amigável permite a fruição do espaço público e o convívio das diferentes comunidades em condições de conforto e segurança. A realização individual na cidade pressupõe a tranquilidade na vida urbana.
 

O Município empenhar-se-á na melhoria das condições objectivas e subjectivas de segurança, contrariando fenómenos reais ou percebidos de criminalidade, vandalismo e desrespeito pelos outros e pelos bens comuns que minam a possibilidade de desfrutar tranquilamente a cidade.
 

A estratégia municipal de segurança, já enunciada, no corrente mandato, aposta em políticas de policiamento de proximidade e de inclusão social e na redefinição dos meios de prevenção e repressão da criminalidade.


Principais medidas a prosseguir:

 

• Redefinição, em colaboração com a administração central, do dispositivo territorial de segurança da cidade, para criar uma rede de esquadras, adaptadas à malha urbana da cidade e às especificidades dos seus bairros.
• Negociação com o Governo para o urgente reforço do efectivo policial da PSP, afecto ao concelho de Lisboa.
• Aposta nas políticas de segurança de proximidade, apoiando programas de prevenção da criminalidade e de apoio à população mais vulnerável – crianças e idosos - em situações evidentes de falta de segurança.
• Celebração de Contratos Locais de Segurança em zonas urbanas sensíveis, dirigida a grupos específicos vulneráveis, que Segurança, pressuposto de cidadania, que sejam instrumentos efectivos de políticas preventivas de segurança, melhorando os níveis de segurança subjectiva dos cidadãos, envolvendo todos os agentes locais e estimulando uma cultura de co-responsabilização cívica pela segurança nos bairros.
• Desenvolvimento de programas de prevenção da violência juvenil (bullying) nas escolas do 1º ciclo do ensino básico.
• Desenvolvimento de políticas de animação e ocupação de espaços públicos, com a constituição de equipas permanentes de apoio, em parceria com as juntas de freguesia e com recurso ao voluntariado e à afectação de cidadãos inseridos em programas de envelhecimento activo.
• Transferência das competências, em matéria de regulação e fiscalização do trânsito na cidade de Lisboa, da Divisão de Trânsito da PSP para a Polícia Municipal.
• Análise das possibilidades de recurso a meios de videovigilância na zona Baixa-Chiado e no Bairro Alto.
• Reforço das políticas de combate ao vandalismo que contribuem para a degradação do espaço público e propiciam o sentimento de insegurança, nomeadamente as campanhas antigraffiti.
• Desenvolvimento do Programa «Noite segura», envolvendo a administração central e os empresários de sector de restauração e bebidas e espaços de diversão nocturna, no sentido da cooperação para a garantia das condições de segurança a esta actividade, que contribui para a vida da cidade.

 

(in programa eleitoral "Unir Lisboa" para a Câmara Municipal de Lisboa)

publicado por pscoracaodejesus09 às 16:29

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