PS CORAÇÃO DE JESUS

Setembro 16 2009

O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa (PS), acusou hoje o candidato social-democrata à autarquia, Santana Lopes, de ter usado empresas municipais como "uma espécie de saco azul" da autarquia.

 

António Costa reiterou que a gestão de Santana Lopes à frente da autarquia lisboeta foi responsável pelo "descalabro da situação financeira do Município", com a duplicação do passivo e a triplicação da dívida a fornecedores.

 

"Foi também distribuindo dívidas por organizações à volta da Câmara, como a EPUL e a Ambelis, e que serviam como uma espécie de saco azul para pôr as despesas que já não conseguia meter na Câmara", afirmou aos jornalistas António Costa.

 

"O doutor Pedro Santana Lopes é responsável por a EPUL ter gasto 61 milhões de euros em despesas que nada tinham a ver com o objecto social e as actividades da empresa", concretizou.

 

Essa verba foi, segundo António Costa, gasta com os arquitectos Frank Gehry e Jean Nouvel e em pagamentos ao Sport Lisboa e Benfica e ao Sporting Clube de Portugal, no âmbito dos projectos para o Euro 2004.

 

António Costa falava aos jornalistas na conferência de imprensa que se seguiu à reunião do executivo municipal, depois de confrontado com as acusações que Santana Lopes lhe dirigiu na terça-feira, segundo as quais o executivo socialista funcionava com "um regime de excepção" no urbanismo, conseguido com "truques" legislativos.

 

Segundo Santana Lopes, uma "rectificação" a um decreto-lei de 2007 foi criada "à medida" de Lisboa, permitindo que se fizessem licenciamentos sem estarem feitos planos de pormenor e planos de urbanização de projectos em áreas consolidadas, que abrangem os principais eixos da cidade, como a Avenida da Liberdade ou a Fontes Pereira de Melo.

 

António Costa respondeu que a legislação "só é a aplicada porque a Câmara não fez, como lhe competia, os planos de pormenor e de urbanização no âmbito do PDM".

 

O vereador do Urbanismo, Manuel Salgado (PS), acrescentou que "esta lei permitiu aprovar o licenciamento de dez edifícios na Avenida da Liberdade que estavam devolutos, um dos quais ardeu".

 

António Costa afirmou que a gestão de Santana Lopes na Câmara de Lisboa revelou um "total desprezo pelas formas de planeamento e de boa gestão urbanística da cidade", que foram sinalizadas na sindicância aos serviços do Urbanismo.

 

"As situações identificadas na sindicância têm uma origem e um rosto: Pedro Santana Lopes", afirmou. "Não basta fazer, é preciso fazer bem. O doutor Santana Lopes fez mal. Fez mal na gestão financeira e urbanística da cidade", declarou.

publicado por pscoracaodejesus09 às 19:59

Setembro 16 2009

A Assembleia Municipal de Lisboa assistiu ontem a uma sessão «memorável», com os deputados municipais do PPD/PSD - que já foi publicamente assumido que seguem as decisões de Pedro Santana Lopes - a chumbarem todas as propostas apresentadas pela Câmara Municipal, utilizando a maioria absoluta artificial que mantiveram naquele orgão ao recusarem ter ido a votos em 2007.

 

Uma das propostas chumbadas pelo PPD/PSD/PSL foi o Plano Local de Habitação, elaborado nos últimos meses por uma equipa liderada pela vereadora Helena Roseta, um documento estratégico estruturante para o futuro da cidade de Lisboa e que assim terá de esperar pelas próximas eleições, e pela maioria UNIR LISBOA, para ser novamente discutida e aprovada pela AML.

 

O PPD/PSD/PSL voltou a mostrar a sua vocação para empatar, numa demonstração urbi et orbi do seu conceito de «responsabilidade»: empatar, atrasar, chumbar.

 

Presidentes de Junta defendem o partido em vez de defenderem as populações

 

Na Assembleia Municipal de Lisboa têm assento os presidentes das 53 Juntas de Freguesia que compões o tecido administrativo da cidade de Lisboa.

 

A maioria dos Presidentes de Juntas de Freguesia são, fruto do resultado das últimas eleições autárquicas de há quatro anos, militantes do PSD.

 

Estes Presidentes de Junta de Freguesia que têm como primeira responsabilidade, defender a população que representam, demitem-se dessa sua função, para servir de correia de transmissão do Partido e do seu candidato Pedro Santana Lopes, para na Assembleia Municipal formarem a maioria política que sistematicamente rejeita as grandes propostas apresentadas pelo executivo da Câmara liderado por António Costa.

 

Mais uma vez a cena se repetiu. Terá sido em prol e defesa da cidade e dos seus habitantes? Claro que não. tratou-se apenas de responder à estratégia do seu candidato e boicotar tudo e mais uma iniciativa que a cidade necessita mas que se credita a favor de António Costa.

 

É isso que a maioria social-democrata da Assebleia Municipal com a cumplicidade da maioria dos Presidentes das Juntas de Freguesia faz. Boicotar tudo e impedir a todo o custo que António Costa recupere a cidade e a Câmara da balbúrdia e da confusão em que o seu candidato a deixou há uns anos atrás.

 

A cidade precisa de quem faça? Balbúrdias destas? Irresponsabilidades destas? Certamente que não!

 

publicado por pscoracaodejesus09 às 19:01

Setembro 16 2009

Portugal é, a seguir à Polónia, o segundo país  da OCDE que mais tem gasto em políticas activas de emprego de resposta à  crise, segundo um relatório da organização hoje divulgado.  
  
Segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico  (OCDE), Portugal gastou, em média, mais 0,3 por cento do seu Produto Interno  Bruto (PIB) em medidas e políticas activas de emprego especificamente direccionadas  para o combate à crise.  
  
De acordo com a OCDE, na maior parte dos 30 países que a compõem, os  fundos adicionais direccionados para o mercado de emprego têm sido muito  limitados.   
  
A Grécia, Japão, Polónia, Portugal, Espanha e Suécia têm sido nesta  matéria excepção, destaca.      
  
O Governo português lançou, em Dezembro, 12 medidas de apoio ao emprego  que custarão 580 milhões de euros, 300 dos quais sairão do Orçamento de  Estado 2009.  
  
Estas medidas inserem-se num plano de combate à crise aprovado pelo  Governo em Dezembro que prevê 29 medidas para incentivar o investimento  e o emprego.  
Portugal é o segundo país da OCDE que mais gastou em políticas  activas anti-crise 

publicado por pscoracaodejesus09 às 16:29

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