PS CORAÇÃO DE JESUS

Julho 16 2009

 

 
Prosseguir o rumo de confiança e competência
 
Um apelo a “todos os que sentem que Lisboa merece tudo, para que nos unamos em torno de um projecto de cidade, em vez de nos dividirmos em nome de jogos partidários” foi feito por António Costa, no dia 13, na apresentação da sua recandidatura à câmara, durante a qual declarou que os lisboetas terão de escolher nas eleições de Outubro “entre o regresso a um passado de má memória e o prosseguimento de um rumo que aponta a um futuro de confiança”, não havendo “propaganda que possa iludir esta escolha.
 
Foi no emblemático jardim de São Pedro de Alcântara repleto de militantes, simpatizantes e independentes de diferentes áreas do conhecimento, que António Costa apontou “cinco grandes desígnios” que se propõe prosseguir. Assim, defendeu “uma cidade amiga das pessoas, mais atractiva e cómoda”, o “alargamento das oportunidades de viver em Lisboa, com medidas de política de habitação e prioridade ao investimento na educação”, para que esta seja “uma cidade sustentável, com prioridade a um novo modelo de mobilidade assente nos transportes públicos”.
 
 
 
Mas também, acrescentou, pretender uma cidade “que crie riqueza e gere emprego, já que a sustentabilidade da cidade é ambiental e também económica”. Enfim, tem como objectivo uma Lisboa “mais próxima das pessoas, em que a reforma administrativa é prioritária, assente numa dupla descentralização. Do município para as freguesias e do Estado para o município”.
 
O candidato socialista salientou que a capital “não pode voltar a perder a sua grande oportunidade e não pode inutilizar dois anos de esforço árduo”, pelo que participará com “espírito construtivo” na campanha eleitoral, “fazendo dela uma grande oportunidade para, num debate sério de ideias, projectos, métodos, propósitos e provas dadas, discutindo o essencial e não o acessório, a cidade e não os protagonismos dos que a usam como pretexto”.
 
Depois de pedir a mobilização de todos “para um combate que é fundamental para a cidade e o seu futuro”, o candidato do PS considerou que a escolha que os lisboetas vão fazer no dia 11 de Outubro “não permite ilusões nem ambiguidades. É uma escolha clara entre a responsabilidade e a irresponsabilidade, entre as promessas que se cumprem e as promessas que se fazem, entre o rigor e a trapalhada, entre a competência e a aparência, entre a estabilidade e a instabilidade, entre a realidade e a ficção, entre a sustentabilidade e a precariedade, entre a política ao serviço dos cidadãos e a política espectáculo”.
 
Num breve balanço de dois anos de mandato, afirmou ter cumprido o prometido, fazendo com que, em Lisboa, que “batera no fundo, paralisada num tripla crise, política, financeira e de credibilidade”, houvesse “mais vida para além do défice e da descrença”.
 
Em suma, disse, “arrumámos a casa, pusemos a câmara a funcionar e preparámos o futuro”, fazendo nestes dois anos “aquilo sem o qual não se pode fazer mais nada”, ou seja, um trabalho que “pode não encher o olho, mas é o trabalho de formiguinha que constrói os alicerces, as bases sólidas nas quais podemos firmar uma nova ambição”.
 
Escolha entre passado e futuro
 
Antes, o secretário-geral do PS, José Sócrates, disse que a candidatura de António Costa representa os valores do “rigor na governação”, do “cosmopolitismo” e da “modernidade”, defendendo que nestas eleições em Lisboa “a escolha será entre a direita e a esquerda”, mas também “entre o passado e o futuro”.
 
Esta candidatura, prosseguiu Sócrates, “é a melhor para unir Lisboa”, sublinhando que o que está em causa é “ou o futuro ou um regresso ao passado inteirinho, com os mesmos problemas, os mesmos projectos, os mesmos impasses e até um regresso ao passado com as mesmas pessoas que criaram problemas e obstáculos”.
 
 
“É uma escolha entre António Costa e o candidato da direita. Todos aqueles que se revêem num projecto político de esquerda democrática têm consciência de que nunca houve uma vitória da esquerda com qualquer enfraquecimento do PS”, disse, acrescentando que “este é o momento para apelar a que todos aqueles que não sendo do PS mas que se revêem nos valores da esquerda democrática têm a candidatura de António Costa como a melhor solução para servir Lisboa e os lisboetas”.
 
Por sua vez, o fadista Carlos do Carmo, “um homem na cidade”, afirmou que aceitou o convite para ser o mandatário porque “António Costa é uma pessoa honrada e isso é vital” e também por “um imperativo ético”, já que nesta “fase complexa que vivemos” é “preciso gente que saiba servir Lisboa, onde a cultura não seja um berloque e se combata a pobreza envergonhada, dando aos nossos velhos aquilo que eles merecem”.
 
J. C. CASTELO BRANCO
(In Acçãop Socialista)
publicado por pscoracaodejesus09 às 09:18

RIGOR E COMPETÊNCIA
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